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Produção de cacau para conservação da biodiversidade

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A Mata Atlântica foi reduzida a cerca de 10% de sua extensão original. As áreas remanescentes de relíquias são altamente fragmentadas e, em sua maioria, menores que 50 ha. No entanto, a costa de cacau do sul da Bahia continua sendo um hotspot de biodiversidade. A forma tradicional de agricultura é a razão pela qual a alta biodiversidade foi mantida apesar da fragmentação.

 

No sistema agroflorestal tradicional do cacau, a cabruca, as árvores de cacau são plantadas e colhidas dentro da floresta original como sub-bosque, deixando a camada do dossel como sombra. Essa forma de manejo criou um sistema interconectado de florestas primárias e secundárias. As espécies animais que vivem na floresta podem usar as cabrucas como corredores ou habitats. A biodiversidade da Mata Atlântica poderia, portanto, ser conservada na região cacaueira do sul da Bahia.

 

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A Fazenda Bom Pastor possui cerca de 20 hectares de cabruca. A cabruca é cultivada de forma a preservar a biodiversidade. Em 2024, foi concluída a certificação orgânica.

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A Cabruca da Fazenda Bom Pastor abriga pelo menos dois grupos de micos-leões-da-cabeça-dourada. Eles estão sendo observados cientificamente em um projeto de monitoramento de longo prazo, com o apoio da AMAP, a fim de descobrir quais fatores-chave são responsáveis pela sua sobrevivência em Cabrucas. 

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Flores de cacau fechadas e abertas em um tronco

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